Ginger, marca de Marina Ruy Barbosa, lança coleção-cápsula em prol da Amazônia

 

Em parceria com a instituição Casa do Rio, a marca apresenta uma edição limitada de novos moletons com lucro 100% revertido para a criação de um viveiro agroflorestal que ajudará no reflorestamento de áreas degradadas

 

Foto: Moletom Arara – Marina Ruy Barbosa e Vanessa Ribeiro / Thais Vandanezi

 

No mês em que enaltecemos um dos maiores tesouros do Brasil e do mundo, a Ginger reforça o seu DNA de transformação para criar mais uma coleção-cápsula em prol de causas relevantes – dessa vez em apoio a iniciativas relacionadas à floresta Amazônica e suas comunidades, que no último dia 05 foi globalmente lembrada e celebrada por conta do Dia da Amazônia. Para dar continuidade ao sonho de criar uma marca com propósito, Marina Ruy Barbosa e sua sócia Vanessa Ribeiro escolheram se aliar à instituição Casa do Rio, que desde 2014 atua na região da BR 319, no Estado do Amazonas, com iniciativas que contribuem para o desenvolvimento humano e territorial, por meio da educação integral, empreendedorismo e agroecologia.

 

 

Nessa nova etapa, a marca se mobiliza para arrecadar recursos para a construção do Viveiro Agroflorestal da Casa do Rio, que faz parte do centro de pesquisas agroflorestais da ONG, e produzirá mudas de espécies nativas da Amazônia, com o objetivo de reflorestar áreas degradadas e enriquecer canteiros agroflorestais. O viveiro será uma fonte renovável para a região e comunidades locais, com capacidade para produção de 3 mil mudas por ciclo – as mudas produzidas voltarão a nutrir de seiva forte uma das mais ameaçadas regiões da Amazônia. A troca de experiências e conhecimento entre pesquisadores, instituições de ensino, comunitários e agricultores promovida pelo projeto também permitirá que pequenos viveiros sejam replicados nas comunidades locais, transformando-os em fonte de educação, pesquisa e renda complementar para os habitantes locais.

“A Ginger está sempre em busca de apoiar e promover causas importantes para o nosso país e fomos muito felizes em conhecer o lindo trabalho do Thiago Cavalli, da Casa do Rio. Juntos escolhemos um projeto que beneficiasse tanto a floresta quanto as comunidades da região. Para nós também era importante ser uma fonte de ajuda renovável, que não encerrasse com a doação. Estamos ajudando a criar um projeto que garante recursos importantes e inesgotáveis, pensando sempre na educação e no empoderamento da população local”, comenta Marina Ruy Barbosa, fundadora e CEO da Ginger.

 

Foto: Moletom Arara Campanha / Thais Vandanezi

A coleção-cápsula criada especialmente para apoiar a causa traz uma reinterpretação do moletom da marca em uma nova modelagem genderless, minimalista e versátil. Confortável e com detalhes sóbrios, o conjunto de blusa e calça com modelo oversized permite a combinação com diversos estilos e roupas. A blusa (R$ 437,00) é no famoso estilo canguru, ampla e com capuz; a calça (R$ 347,00) é de cintura alta, com detalhes de elástico na cintura e punho na barra. Todo o lucro dessa coleção será revertido para a Casa do Rio.

A edição limitada é produzida em malha com fios 100% desfibrados, ou seja, feita com resíduos de confecções têxteis. Como o tecido usa retalhos coloridos como matéria-prima, economiza água e corante no processo de tingimento. O tom azul, inédito na cartela da Ginger, faz alusão à biodiversidade da floresta. O material também conta com um acabamento antiviral que diminui a hospedagem de vírus no tecido, reduzindo significativamente a infectividade viral e bacteriana. A formulação é baseada em química verde, com estabilizante natural de origem brasileira e segue normativas científicas reconhecidas internacionalmente.

E para aumentar o alcance da iniciativa, a Ginger e a Casa do Rio convidam o público para contribuir com a causa por meio da doação direta de mudas para o Viveiro Agroflorestal. O site da Ginger servirá como facilitador de doações, onde os interessados podem acessar o e-commerce para conhecer melhor o projeto, escolher as espécies e a quantidade que gostariam de contribuir e fazer a doação através das compra das mudas – o valor cobrirá todos os custos de produção e plantação, sem qualquer lucro. Os preços variam entre R$ 3,00 e R$ 8,00 por muda, dependendo da espécie. E, para cada muda doada, a Ginger se compromete a dobrar a arrecadação gerada até o valor máximo de dez mil reais.

Foram escolhidas dez espécies nativas em conjunto com a Escola Itinerante de Agroecologia, que ajudarão a recompor a paisagem de uma das regiões mais ameaçadas da Amazônia. Entre elas, estão: Andiroba, Cumaru, Jatobá, Castanha do Brasil, Araçá-Boi, Ingá Cipó, Jenipapo, Copaíba, Urucum e Açaí. As espécies selecionadas possuem propriedades alimentares, medicinais, cosméticas, artesanais e de recomposição do solo – todas as informações poderão ser encontradas no site da Ginger.

“O viveiro agroflorestal é uma alternativa viável, simples e de fácil replicação para as comunidades ao longo da BR-319, uma das mais ameaçadas pela pressão ambiental no estado do Amazonas. Compõe uma série de ações que a Casa do Rio promove para fazer frente ao desmatamento na região. O apoio da Ginger neste processo será muito bem-vindo, e representa o início de uma bonita parceria em prol de uma Amazônia mais sustentável”, comenta Thiago Cavalli, fundador da Casa do Rio.

Foto: Moletom Arara – Marina Ruy Barbosa / Thais Vandanezi

A coleção pode ser encontrada no site www.shopginger.com.br com entrega para todo o Brasil. Para ficar por dentro das novidades e inspirações, acompanhe a @shopginger pelo Instagram.

SOBRE A CASA DO RIO –  A Casa do Rio é uma organização da sociedade civil sem fins lucrativos, fundada em 2014. Acolhemos os saberes e as práticas dos povos da floresta, premissa para iniciativas com as comunidades dos municípios de Careiro e Manaus, no estado do Amazonas, que promovem o desenvolvimento humano e territorial, a educação integral, o fortalecimento da agricultura familiar de base agroecológica, o empreendedorismo e a autonomia de jovens e mulheres, a conservação da biodiversidade. Criando e fortalecendo redes. Sementes para a construção de territórios do bem viver em uma Amazônia possível. Juntxs para transformar.